carne suína do Brasil

Coréia do Sul abre mercado para a carne suína do Brasil

A Coréia do Sul passa a importar carne suína do Brasil!

A Coreia do Sul abriu seu mercado à carne suína do Brasil, inicialmente para quatro estabelecimentos de Santa Catarina. O anúncio foi realizado pelo ministro Blairo Maggi, em maio de 2018.

Em abril, o Ministério da Agricultura já havia comentado que as negociações entre os dois países estavam avançando e que um desfecho positivo era esperado para o curto prazo. “Amanhecemos com uma ótima notícia: a Coreia do Sul abre seu mercado de carne suína para o Brasil. Mercado de US$1,5 bilhão por ano! Inicialmente as exportações sairão de Santa Catarina, já temos quatro estabelecimentos credenciados”, destacou Maggi.

A Coreia do Sul é um dos mercados mais almejados pelos exportadores, pelo preço que paga pela carne. Já o Brasil é o maior exportador global de carne bovina e de frango e está entre os maiores fornecedores de carne suína.

Com a abertura do mercado da Coreia do Sul para a carne suína do Brasil, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) acredita que, em breve, os coreanos podem se tornar um dos principais destinos para exportação do produto nacional.

Em nota que comemora a decisão do país asiático, a ABPA destaca que a Coreia do Sul é a quarta maior importadora mundial de produtos suínos. Apenas em 2017 foram 645.000 toneladas da proteína, com base em dados do USDA, provenientes de vários destinos. “Após enfrentar um cenário de crise no setor, temos boas expectativas com as vendas para aquele mercado, que poderá se posicionar, em breve, entre os maiores destinos do nosso produto exportado”, disse o vice-presidente de Mercados da associação, Ricardo Santin.

Segundo o vice-presidente Técnico da ABPA, Rui Eduardo Saldanha Vargas, a conclusão do formato de Certificado Sanitário Internacional era a última etapa para tornar viável as vendas para o mercado sul-coreano, depois de mais de 10 anos em negociações.

A expectativa do setor é de que o país adquira 30.000 toneladas de carne suína por ano. Atualmente, os norte-americanos são os maiores fornecedores para a Coreia do Sul, com cerca de 40% das importações. A carne brasileira terá uma taxação de 20%, enquanto os produtos norte-americano e chileno são isentos.

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Adaptado de Reuters e Estadão

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