produção de guaraná

Produção de guaraná do país em destaque

A produção de guaraná é foco de pesquisas visando o aumento de produtividade!

Mas você conhece um pouco da produção de guaraná no país?

Mesmo sendo o estado de origem da planta, a produção de guaraná no Amazonas hoje é pequena e nem chega perto de atender a demanda das indústrias instaladas no estado e que utilizam o fruto como matéria-prima.

Atualmente o maior produtor nacional é a Bahia. Para o pesquisador e economista da Embrapa José Olenilson Costa Pinheiro, a falta de uma organização da cadeia produtiva, a baixa adoção de tecnologias pelos produtores e dificuldades de logística explicam essa baixa produção no Amazonas.

Algumas iniciativas estão em desenvolvimento para ampliar a produção de guaraná no estado do Amazonas.

Uma delas é o projeto de transferência de tecnologia da Embrapa Amazônia Ocidental que visa expandir a cultura na região metropolitana de Manaus.

O Brasil é o único produtor comercial de guaraná do mundo. A produtividade média da cultura no Brasil é de 298 kg/ha.

A baixa produtividade é justificada pelo pequeno uso de mudas de clones selecionados, plantio de variedades tradicionais não melhoradas, idade avançada dos guaranazais, alta incidência de pragas e doenças e falta de tratos culturais adequados.

Vale destacar que a Embrapa está desenvolvendo variedades geneticamente melhoradas que podem chegar a uma produção de 2,5 kg de semente seca por planta, enquanto a média estadual é de cerca de 0,2 kg.

O fruto do guaraná deverá ser despolpado e torrado para comercialização.

As sementes são armazenadas em sacos aerados, de preferência de fibras naturais, como aniagem ou juta. O tempo de armazenamento, desde que em condições adequadas, pode alcançar até 18 meses.

O guaraná é processado e consumido na forma de pó, bastão, xaropes e extratos. É, ainda, utilizado na fabricação de bebidas energéticas, sorvetes, fármacos, cosméticos, confecção de artesanato, entre outros usos.

A produção brasileira de guaraná é praticamente toda consumida no mercado interno.

Estima-se que pelo menos 70% da produção seja absorvida pelos fabricantes de refrigerantes, enquanto o restante é comercializado na forma de xarope, bastão, pó, extrato e outros subprodutos. Pequenas quantidades são exportadas.

O Foodnews destaca novamente a mandioca, que foi eleita pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o alimento do século 21 (clique aqui e saiba mais).

Adaptado da Embrapa

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