wi-fi gratuito nos cafés

Wi-Fi gratuito nos cafés é um problema para os empresários!

O Foodnews destaca como o Wi-Fi gratuito nos cafés tem-se tornado um problema para os empresários do setor.

A questão dos Wi-Fi gratuito nos cafés e os exemplos são dos Estados Unidos, mas, certamente muitos empresários do setor por aqui enfrentam a mesma dificuldade.

O assunto ganha importância porque os trabalhadores remotos vêm invadindo os cafés há anos. Em 2016, 43% dos empregados norte-americanos passaram algum tempo trabalhando remotamente, segundo uma pesquisa do Gallup; o número dos que trabalham fora do escritório pelo menos metade do tempo cresceu 115% desde 2005, de acordo estudo da FlexJobs e pelo Global Workplace Analytics.

Enquanto alguns ainda gostam do modelo de ficar em casa de pijamas, um grande contingente segue para o café da esquina. A Starbucks talvez não tenha sentido a fisgada por causa de suas receitas de vários bilhões de dólares e das legiões de clientes que compram seus produtos e saem, mas, para negócios o Wi-Fi gratuito nos cafés é um problema sério.

“Três horas por um café de US$5 não é um modelo que funciona”, explica David Wynn, um dos donos do Triniti, um pequeno café que abriu há 2 meses a leste do de Glanville, no Sunset Boulevard, no bairro de Echo Park, nos Estados Unidos. Os donos precisam escolher: devem ser duros e encorajar as pessoas a ir embora ou aceitá-las e esperar que uma combinação de culpa e lealdade os inspire a gastar mais ou a vagar seu lugar mais rapidamente.

É difícil saber qual a resposta certa sobre o resultado do Wi-FI gratuito nos cafés. “Não há uma ordem social aqui para nos dizer como devemos nos comportar”, disse Glanville,

No Triniti, Wynn oferece Wi-Fi de graça, mas depois de duas horas o cliente precisa ter uma “interação cara-a-cara” com um funcionário para conseguir uma nova senha, explicou ele. Ele conta com essa interação e com os aromas vindos da cozinha para transformar os bebedores de café em consumidores de almoço, e se sentiu agradecido quando a primeira leva de trabalhadores começou a pedir essas refeições.

Jason Neroni, chef e sócio do Rose Cafe, no bairro de Venice, em Los Angeles, disse que os vê como os clientes regulares do futuro. E, com 300 lugares, pode se dar ao luxo de investir cerca de 85 a 90 cadeiras do café e do pátio nesse futuro e ainda manter uma política de proibição de laptops no salão principal.

Ele usa métodos sutis para influenciar o comportamento dos clientes que vão ali para trabalhar. Para se conectar por duas horas no Wi-Fi gratuito o usuário precisa colocar seu endereço de e-mail na lista de mensagens do café. E, apesar de as pessoas poderem se conectar de novo, a interrupção serve como uma lembrança de que talvez seja a hora de pedir mais alguma coisa.

Os garçons circulam perguntando se os clientes grudados a seus equipamentos eletrônicos querem algo mais. E o serviço de Wi-Fi termina às cinco e meia da tarde, para sinalizar que o horário de trabalho acabou e o jantar vai começar.

Como a maioria dos cafés, o Rose não tem tomadas; a bateria descarregada deveria ser um sinal de que está na hora de ir embora. Alguns trabalhadores remotos já entenderam a mensagem e tentam fazer a coisa certa.

E no Brasil, cafeterias adotam tecnologias para atrair e fidelizar clientes. Clique aqui e confira!

Adaptado de Exame

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Especialista em produção animal e interessado em fornecedor conteúdo de qualidade para o setor de alimentação fora do lar!