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Chocolate: um pouco de história, benefícios e curiosidades

Na semana da Páscoa, o Foodnews destaca a história, benefícios e algumas curiosidades do chocolate.

O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de chocolate, atrás dos Estados Unidos e da Alemanha.

No entanto, quando o assunto é o consumo, os suiços são os maiores, com um consumo percapita médio de cerca de 9kg anuais. Os suíços são seguidos dos alemães (7,9kg ao ano) e os austríacos (7,8kg). No Brasil, o consumo médio é de apenas 1,6kg por habitante ao ano.

O lado bom desse dado é que temos muito a crescer para chegar perto dos principais mercados consumidores. E as mulheres ajudam mais nesse desafio, já que 55% do consumo no país vem delas!

Mas vamos falar de chocolate!

O chocolate, tal como é consumido hoje, é resultado de sucessivos aprimoramentos realizados desde o início da colonização da América.

O produto era consumido pelos nativos na forma de uma bebida quente e amarga, de uso exclusivo da nobreza.

Os europeus passaram a adoçar e a misturar especiarias para adequá-lo ao seu gosto. Com o desenvolvimento dos processos industriais e técnicas culinárias, surgiu o chocolate com leite e depois na forma de um sólido.

O cacau é a base do chocolate e contribui para textura, cor e sabor e, também, para a redução de atividade de água, aumentando a durabilidade.

Contudo, a composição completa varia em todo o mundo devido à diferença de gostos e legislação, que trata principalmente de parâmetros como porcentagem de cacau e sólidos do leite adicionais, quantidade e tipos de gorduras vegetais permitidas.

As gorduras encontradas no chocolate incluem a manteiga de cacau, a gordura do leite e gordura vegetal, no entanto, os chocolates de qualidade superior usam exclusivamente a gordura do próprio cacau, numa proporção aproximada de 30%.

Apesar do chocolate ser geralmente consumido por prazer, há efeitos positivos para a saúde.

O cacau em pó ou o chocolate amargo, por exemplo, são benéficos para o sistema circulatório, estimulantes cerebrais, entre outros. As propriedades afrodisíacas ainda não foram comprovadas. Por outro lado por ser um alimento altamente energético, o consumo excessivo aumenta o risco de obesidade.

Estudos também observaram que ocorre uma pequena diminuição na pressão arterial com o consumo até 3 vezes por semana de chocolate amargo. A proteção do sistema cardiovascular é devido ao fato que os chocolates impedem a deposição de gordura nas artérias.

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Especialista em produção animal e interessado em fornecedor conteúdo de qualidade para o setor de alimentação fora do lar!