pescado em rede

Portal Pescado em Rede reúne informações da cadeia do pescado

A Embrapa (RJ), em parceria com a Fundação Instituto de Pesca do Rio de Janeiro e mais 13 instituições de ensino e pesquisa brasileiros, acaba de lançar o portal Pescado em Rede.

Clique aqui e acesse o portal Pescado em Rede!

O Portal Pescado em Rede reúne informações sobre as cadeias produtivas de rã, tilápia e camarão.

A iniciativa segue a experiência da rede de ranicultura, criada há sete anos e que conta com quase 500 membros ativos.

Na plataforma virtual é possível acessar gratuitamente publicações, notícias, cursos, capacitações, serviços e equipamentos e buscar contatos de técnicos e extensionistas de todo o Brasil.

O portal Pescado em Rede é alimentado com novos conteúdos à medida que as demandas dos membros da rede surjam nos fóruns de debates. Ao se integrar à rede, o usuário também recebe dicas sobre sistema produtivo e mercado pesqueiro, selecionadas entre as principais dúvidas e experiências dos produtores.

“A cadeia produtiva de pescado geralmente comercializa matérias-primas com pouca agregação de valor, como filé de peixe fresco e congelado. Um produto semipronto, como bolinho de peixe, por exemplo, agrega muito mais valor”, explica André Muniz, da Anvisa. Para ele, a reunião dos atores envolvidos na cadeia ranícola com os de tilápia e camarão fortalece o setor, já que informações técnicas, políticas públicas, necessidade de atualização de legislação, eventos e cursos interessam também àqueles que trabalham com outras espécies do setor aquífero.

“No Brasil, existe um grande potencial para a aquicultura, tanto para o mercado interno quanto para o externo. Tivemos um crescimento com a tilápia, pela facilidade e adaptabilidade de produção de cativeiro em água doce ou salgada. Mas temos ainda os peixes nativos do Centro-Oeste e da região amazônica, como pirarucu, tambaqui e cachapinta, que ainda são pouco consumidos no Brasil e possuem um grande potencial de aumento de produção”, informa Angela Furtado, pesquisadora da Embrapa.

Para suprir essa demanda, pesquisadores, técnicos e produtores, reunidos no “Pescado em rede”, buscarão, então, estimular a melhoria das condições de produção, ampliar o fornecimento ao mercado, facilitar seu manuseio, transporte e comercialização, bem como reduzir o tempo gasto no seu preparo para o consumo.

E você sabia que a sardinha é o peixe marinho mais consumido no Brasil e representa um quinto do que é pescado em todo o território nacional? Clique aqui e saiba mais!

Adaptado da Embrapa

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